
Planting corn para silagem no Rio Grande do Sul alcançou 53% da área prevista, após avançar apenas três pontos percentuais no período. Segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar no Informativo Conjuntural de quinta-feira (8), as chuvas frequentes, a elevada umidade do solo, a baixa radiação solar e as temperaturas amenas têm dificultado a semeadura e retardado o desenvolvimento inicial de algumas lavouras.
As condições climáticas têm limitado o ritmo das operações de plantio no estado. A combinação de excesso de umidade no solo, menor disponibilidade de radiação solar e temperaturas amenas também prejudica o desenvolvimento inicial de parte das áreas cultivadas. De acordo com a estimativa da Emater/RS-Ascar, o Rio Grande do Sul deve cultivar 369.389 hectares de milho destinado à silagem, com produtividade estimada em 38.392 quilos por hectare.
Nas áreas já implantadas, predominam os estádios vegetativos, que correspondem a 99% da área semeada. Menos de 1% das lavouras iniciou a fase de floração. O cenário indica que a maior parte da cultura ainda está em desenvolvimento vegetativo, enquanto o avanço do plantio permanece condicionado à melhora das condições de campo. A continuidade das chuvas e a umidade elevada seguem como fatores que restringem a semeadura e podem prolongar o estabelecimento das lavouras de milho para silagem no estado.
