Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Soybean prices remain stable, but logistics are impacting prices.

O mercado da soy manteve estabilidade em grande parte das principais regiões produtoras nesta quinta-feira, 3 de setembro, enquanto custos logísticos, clima e despesas da nova safra permaneceram no radar. Segundo a TF Agroeconômica, o frete rodoviário continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre a comercialização, especialmente no Sul do país.

No Rio Grande do Sul, a diferença entre os preços pagos no interior e as cotações no Porto de Rio Grande chegou a R$ 21 a R$ 24 por saca, valor atribuído ao transporte encarecido pelo diesel. No interior, os preços ficaram entre R$ 147,68 e R$ 149,30, enquanto no porto a referência foi de R$ 160,00.

Em Santa Catarina, a estabilidade também predominou, mas a disputa pelo grão entre indústrias de ração, produtores de proteína animal e compradores locais segue sustentando o mercado. São Francisco do Sul marcou R$ 156,50 por saca, enquanto Palma Sola ficou em R$ 138,50 e Rio do Sul em R$ 140,00.

No Paraná, a soja disponível para exportação alcançou R$ 162,00 em Paranaguá, com prêmio de setembro em US$ 1,85 por bushel. O avanço do frete também chamou atenção. A rota de Campo Mourão até Paranaguá subiu de R$ 164 para R$ 230 por tonelada, equivalente a R$ 13,80 por saca. Produtores ainda acompanham alertas de tempestades e possíveis ataques de mosca-branca.

No Mato Grosso do Sul, as cotações permaneceram firmes, entre R$ 143,00 e R$ 144,00. Já em Mato Grosso, o mercado ficou majoritariamente estável, mas o custeio da safra 2026/27 subiu 3,35%, pressionado principalmente por fertilizantes e operações mecanizadas. Primavera do Leste teve alta de 1,20%, enquanto Sorriso recuou 2,32%.

THE Bela Cereais works with the best grains on the market and also keeps you up to date with the latest news and analyses on agribusiness.
Don't forget to follow our social networks.

Access News Source