
Encontro virtual conectou profissionais de laboratórios de diferentes regiões produtoras do país para compartilhar informações relevantes sobre cultivares, ocorrências e pontos de atenção observados na safra
A qualidade das sementes é um dos fatores determinantes para o estabelecimento de uma lavoura de soja produtiva e segura. Para ampliar o conhecimento sobre o cenário da safra 2025/26, a Academia AMSSOJA BRASIL promoveu, no dia 17 de setembro, o encontro virtual “Panorama da Qualidade de Sementes de Soja – O que os laboratórios estão vendo nesta safra 2025/26?”.
A iniciativa da Associação dos Multiplicadores de Sementes de Soja do Brasil (AMSSOJA BRASIL) reuniu profissionais e lideranças de laboratórios de sementes que atuam nas principais regiões produtoras do Cerrado e do Sul do Brasil. A proposta foi promover uma troca técnica entre diferentes experiências e realidades regionais, contribuindo para uma visão mais ampla sobre a qualidade das sementes de soja nesta safra.
Mediado por Pedro Tomazelli, coordenador do projeto, o encontro contou com a participação dos convidados: Dr. Suemar Avelar, Nadia Cristina Staffteef, Dra. Norma D’Ávila Denardin, Elza Aparecida Toffoli e Bárbara Naves.
Diferentes regiões, um panorama compartilhado
Ao longo da programação, os especialistas convidados compartilharam percepções obtidas a partir das análises realizadas pelos laboratórios, abordando aspectos relacionados às principais cultivares avaliadas, danos e ocorrências identificadas, particularidades entre materiais genéticos e pontos que merecem atenção ao longo da safra como fungos e danos devido a umidade e tipo de armazenagem.
Com destaque para a cadeia de fungos que tem se observado nas sementes pelo regime de chuvas no momento da colheita, indicando que um bom tratamento de sementes é indispensável. Afinal, a grande fortaleza da cadeia está no ambiente de certificação, tanto nas sementeiras quanto nos laboratórios.
Apesar dos diferentes cenários das regiões a qualidade das sementes avaliadas foi positiva, com excelentes resultados utilizando o teste de tetrazólio e os índices de germinação e vigor.
O encontro também buscou identificar aspectos que trazem maior segurança aos produtores e profissionais do setor, além de reunir informações que possam contribuir para a tomada de decisão e para o acompanhamento da qualidade das sementes de soja.
“Em uma oportunidade como essa, estamos percorrendo o caminho para fortalecer as redes laboratoriais e metodologias que colaboram para melhorias de resultados e padronização. É uma chance dos laboratórios mostrarem a preocupação que temos com o setor produtivo. O que me alegra muito é ter visto um cenário positivo em todas as regiões com relação a qualidade de sementes de soja que teremos nessa safra.” Apontou, Dr. Suemar Avelar, coordenador de laboratório e análises de Mato Grosso.
Ao reunir especialistas que acompanham a qualidade das sementes diretamente nos laboratórios, a Academia AMSSOJA BRASIL fortaleceu um importante espaço de diálogo técnico. A diversidade de regiões e experiências permitiu colocar em perspectiva diferentes comportamentos observados nas análises e ampliar a compreensão sobre os desafios e as oportunidades da safra 2025/26.
Mais do que apresentar dados isolados, a proposta foi conectar percepções e experiências para construir coletivamente um retrato da qualidade das sementes de soja produzidas nesta safra.
“As redes de laboratórios que estão sendo criadas em diferentes regiões têm contribuído para reduzir as discrepâncias entre as análises. Essa integração é fortalecida pelos multiplicadores, pois os laboratórios são o suporte que está presente em todas as etapas da produção, do campo à expedição das sementes, além do acompanhamento na lavoura. Por isso, a atuação integrada entre laboratórios, setor e redes, com foco na padronização dos testes e no treinamento das equipes, é essencial para identificar diferenças e garantir informações confiáveis”, destacou a especialista Nadia Cristina Staffteef, proprietária de laboratório na Bahia.
A ação reforça ainda o papel da Academia AMSSOJA BRASIL como espaço de disseminação de conhecimento, capacitação e aproximação entre profissionais, empresas e especialistas ligados à cadeia de produção de sementes.
“Nós queremos proporcionar ainda mais esses encontros, a associação está aberta para as principais discussões do setor. Nossa intenção é sempre aprimorar esse projeto que se tornou um ambiente de alto nível e de integração.” Finalizou, o consultor Pedro Tomazelli.
Encontro virtual conectou profissionais de laboratórios de diferentes regiões produtoras do país para compartilhar informações relevantes sobre cultivares, ocorrências e pontos de atenção observados na safra
A qualidade das sementes é um dos fatores determinantes para o estabelecimento de uma lavoura de soja produtiva e segura. Para ampliar o conhecimento sobre o cenário da safra 2025/26, a Academia AMSSOJA BRASIL promoveu, no dia 17 de setembro, o encontro virtual “Panorama da Qualidade de Sementes de Soja – O que os laboratórios estão vendo nesta safra 2025/26?”.
A iniciativa da Associação dos Multiplicadores de Sementes de Soja do Brasil (AMSSOJA BRASIL) reuniu profissionais e lideranças de laboratórios de sementes que atuam nas principais regiões produtoras do Cerrado e do Sul do Brasil. A proposta foi promover uma troca técnica entre diferentes experiências e realidades regionais, contribuindo para uma visão mais ampla sobre a qualidade das sementes de soja nesta safra.
Mediado por Pedro Tomazelli, coordenador do projeto, o encontro contou com a participação dos convidados: Dr. Suemar Avelar, Nadia Cristina Staffteef, Dra. Norma D’Ávila Denardin, Elza Aparecida Toffoli e Bárbara Naves.
Diferentes regiões, um panorama compartilhado
Ao longo da programação, os especialistas convidados compartilharam percepções obtidas a partir das análises realizadas pelos laboratórios, abordando aspectos relacionados às principais cultivares avaliadas, danos e ocorrências identificadas, particularidades entre materiais genéticos e pontos que merecem atenção ao longo da safra como fungos e danos devido a umidade e tipo de armazenagem.
Com destaque para a cadeia de fungos que tem se observado nas sementes pelo regime de chuvas no momento da colheita, indicando que um bom tratamento de sementes é indispensável. Afinal, a grande fortaleza da cadeia está no ambiente de certificação, tanto nas sementeiras quanto nos laboratórios.
Apesar dos diferentes cenários das regiões a qualidade das sementes avaliadas foi positiva, com excelentes resultados utilizando o teste de tetrazólio e os índices de germinação e vigor.
O encontro também buscou identificar aspectos que trazem maior segurança aos produtores e profissionais do setor, além de reunir informações que possam contribuir para a tomada de decisão e para o acompanhamento da qualidade das sementes de soy.
“Em uma oportunidade como essa, estamos percorrendo o caminho para fortalecer as redes laboratoriais e metodologias que colaboram para melhorias de resultados e padronização. É uma chance dos laboratórios mostrarem a preocupação que temos com o setor produtivo. O que me alegra muito é ter visto um cenário positivo em todas as regiões com relação a qualidade de sementes de soja que teremos nessa safra.” Apontou, Dr. Suemar Avelar, coordenador de laboratório e análises de Mato Grosso.
Ao reunir especialistas que acompanham a qualidade das sementes diretamente nos laboratórios, a Academia AMSSOJA BRASIL fortaleceu um importante espaço de diálogo técnico. A diversidade de regiões e experiências permitiu colocar em perspectiva diferentes comportamentos observados nas análises e ampliar a compreensão sobre os desafios e as oportunidades da safra 2025/26.
Mais do que apresentar dados isolados, a proposta foi conectar percepções e experiências para construir coletivamente um retrato da qualidade das sementes de soja produzidas nesta safra.
“As redes de laboratórios que estão sendo criadas em diferentes regiões têm contribuído para reduzir as discrepâncias entre as análises. Essa integração é fortalecida pelos multiplicadores, pois os laboratórios são o suporte que está presente em todas as etapas da produção, do campo à expedição das sementes, além do acompanhamento na lavoura. Por isso, a atuação integrada entre laboratórios, setor e redes, com foco na padronização dos testes e no treinamento das equipes, é essencial para identificar diferenças e garantir informações confiáveis”, destacou a especialista Nadia Cristina Staffteef, proprietária de laboratório na Bahia.
A ação reforça ainda o papel da Academia AMSSOJA BRASIL como espaço de disseminação de conhecimento, capacitação e aproximação entre profissionais, empresas e especialistas ligados à cadeia de produção de sementes.
“Nós queremos proporcionar ainda mais esses encontros, a associação está aberta para as principais discussões do setor. Nossa intenção é sempre aprimorar esse projeto que se tornou um ambiente de alto nível e de integração.” Finalizou, o consultor Pedro Tomazelli.
