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Soybeans rise to 2.8% in some markets, and the market reacts.

The market of soy iniciou a semana com recuperação de preços em importantes regiões produtoras, enquanto clima, custos logísticos e avanço da nova safra seguem influenciando as decisões de venda e plantio. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário combina valorização de Chicago, dólar mais fraco e atenção crescente às despesas com combustível e transporte.

No Rio Grande do Sul, o Porto de Rio Grande acompanhou a recuperação externa, com o disponível em R$ 163 por saca e outubro a R$ 164. Nas praças pesquisadas, Rio Grande chegou a R$ 163,50, enquanto Ijuí marcou R$ 152,50, Cruz Alta R$ 153, Passo Fundo R$ 154,50 e Santa Rosa R$ 155. O diesel S-10 a R$ 7,13 por litro continua pesando no deslocamento dos estoques.

Em Santa Catarina, a referência FOB de Abelardo Luz permaneceu em R$ 157, enquanto São Francisco do Sul alcançou R$ 163. No Paraná, Paranaguá avançou para R$ 163 no disponível e R$ 164 para outubro. As condições hídricas mais regulares favorecem o início da semeadura, embora novas chuvas mantenham atenção sobre as operações de campo.

Em Mato Grosso do Sul, a discussão ganha foco nos custos de produção e na margem do novo ciclo. Dourados e Campo Grande chegaram a R$ 149, enquanto Maracaju registrou R$ 148. Já em Mato Grosso, a semeadura alcançou 1,15% da área projetada, acima do ritmo do ciclo anterior. Os preços variaram de R$ 142 em Sorriso a R$ 147,50 em Campo Verde e Rondonópolis.

A formação do mercado permanece dividida entre a sustentação externa, o câmbio, a disponibilidade de chuva e os custos para armazenar, transportar e implantar a safra 2026/27.

 

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