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The corn market remains cautious in various regions.

The market of corn no Sul e no Centro-Oeste segue marcado por negociações pontuais, compradores cautelosos e produtores seletivos, enquanto o avanço do plantio e a demanda industrial ajudam a definir o ritmo da comercialização. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário combina liquidez restrita em parte das praças, recuperação gradual das exportações e atenção ao desenvolvimento das lavouras da safra 2026/27.

No Rio Grande do Sul, os negócios ocorrem entre R$ 60 e R$ 68 por saca, enquanto a média estadual recuou para R$ 61,54. A semeadura alcançou cerca de 68% dos 896,4 mil hectares projetados, favorecida pela melhora das condições do solo e das temperaturas. Geadas, chuvas intensas e ventos causaram danos localizados, mas as lavouras seguem majoritariamente em germinação, emergência e desenvolvimento vegetativo inicial.

Em Santa Catarina, as referências de venda próximas de R$ 60 contrastam com demanda em torno de R$ 55 por saca. A oferta local limitada reforça a dependência de milho de outras regiões e do Paraguai, diante de uma necessidade anual de 8,5 milhões de toneladas e produção de 2,67 milhões na safra 2025/26.

No Paraná, as indicações de compra também ficam perto de R$ 60, com demanda ao redor de R$ 55 CIF. O plantio da safra 2026/27 chegou a 56% da área projetada de 371 mil hectares, enquanto a produção é estimada em 4,07 milhões de toneladas.

Em Mato Grosso do Sul, os preços variam de R$ 54 a R$ 55,50 por saca. A colheita da segunda safra alcançou 99,5% da área e 50% da produção já havia sido comercializada. O etanol de milho amplia a absorção do cereal, com três usinas em operação, uma em implantação e capacidade estimada em 2,128 bilhões de litros na safra 2025/26.

 

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