
The market of soy apresentou movimentos mistos nas principais praças brasileiras nesta segunda-feira, 24 de agosto de 2026, com resistência dos preços físicos em algumas regiões mesmo diante da queda de Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, a comercialização seguiu seletiva em vários estados, sem sinal de aumento expressivo da oferta por parte dos produtores.
No Rio Grande do Sul, o mercado comercial ficou estável, com Passo Fundo a R$ 146,50 por saca, Santa Rosa a R$ 147,50 e o porto de Rio Grande a R$ 154,50. No painel portuário, porém, o disponível caiu 0,66%, para R$ 151,00, e setembro recuou 0,65%, para R$ 153,00.
Em Santa Catarina, o cenário foi de estabilidade a leve baixa. Palma Sola recuou 0,75%, enquanto Rio do Sul permaneceu em R$ 133,00. No Paraná, o interior mostrou enfraquecimento, mas o porto teve leve alta. O indicador Cepea/Esalq Paraná caiu 0,27%, para R$ 146,31, enquanto o Esalq/B3 Paranaguá avançou 0,12%, para R$ 153,86.
Em Mato Grosso do Sul, o viés também foi levemente negativo, com estabilidade em São Gabriel do Oeste, Maracaju e Campo Grande, enquanto Eldorado caiu 1,56%, para R$ 126,00. Já Mato Grosso destoou do movimento externo, com alta nas oito praças acompanhadas pelo Imea. Rondonópolis subiu 0,36%, Alto Araguaia avançou 0,44%, Diamantino ganhou 0,78% e Canarana teve alta de 0,25%.
O quadro geral mostra que a correção internacional não foi repassada integralmente ao mercado físico brasileiro. A oferta segue contida em diferentes regiões, enquanto fatores locais, prêmios de exportação, logística e o volume já comercializado ajudam a explicar a diferença de comportamento entre as praças.
