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Soybeans have wide price differences between the farm gate and the market.

The market of soy no Sul e no Centro-Oeste apresentou diferenças relevantes entre preços de balcão, lotes, referências comerciais e portos em 25 de agosto de 2026, reforçando o peso da localização e do tipo de negociação na formação das cotações. Segundo a TF Agroeconômica, os maiores afastamentos apareceram no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, enquanto Mato Grosso do Sul mostrou menor distância entre o físico local e a referência CIF.

No Rio Grande do Sul, o balcão ficou em R$ 130,00 por saca de 60 kg em Não-Me-Toque e Nonoai, enquanto Ijuí e Passo Fundo chegaram a R$ 147,00, Cruz Alta e Santa Rosa a R$ 147,50 e o porto de Rio Grande a R$ 154,50. A diferença entre balcão e lote alcançou R$ 17,00 por saca.

Em Santa Catarina, Palma Sola foi cotada a R$ 133,50 e Rio do Sul a R$ 133,00. A referência FOB de Abelardo Luz ficou em R$ 150,00, com faixa até R$ 154,00, abrindo diferença de R$ 16,50 frente a Palma Sola. São Francisco do Sul marcou R$ 154,00.

No Paraná, o indicador Cepea/Esalq fechou o mercado de lotes em R$ 146,08. Cascavel teve referência comercial de R$ 144,00, enquanto Paranaguá chegou a R$ 155,00. No balcão, Ubiratã e Marechal Cândido Rondon ficaram em R$ 131,00. Compradores domésticos reforçaram a recomposição de estoques, enquanto vendedores permaneceram retraídos.

Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou em R$ 137,00 no físico local e a referência CIF em R$ 135,50. Já em Mato Grosso, Rondonópolis registrou R$ 141,00 no mercado comercial, R$ 3,15 acima da referência de R$ 137,85 do Imea. Em Sorriso, o comercial ficou em R$ 131,00, contra R$ 129,40 do instituto.

 

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