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Corn planting progresses and surpasses the average in the South.

The market of corn no Sul e no Centro-Oeste segue marcado por negociações pontuais, compradores concentrados na reposição e produtores mais seletivos na oferta, enquanto o avanço da nova safra ocorre em ritmos distintos entre os estados. Segundo levantamento da TF Agroeconômica, o cenário combina preços relativamente sustentados, menor liquidez e atenção às condições climáticas nas áreas em implantação.

No Rio Grande do Sul, a semeadura da safra 2026/27 alcançou 65% da área prevista, acima dos 54% da semana anterior e dos 56% da média histórica. O plantio está mais adiantado no Noroeste, enquanto no Nordeste os trabalhos seguem em andamento. Geadas provocaram danos em algumas lavouras e exigiram replantio pontual, segundo a Emater, enquanto a Conab avaliou que os efeitos foram leves e sem perdas significativas. No mercado, as indicações variam entre R$ 60,00 e R$ 61,98 por saca.

Em Santa Catarina, a semeadura chegou a 25,6%, ainda abaixo dos 34,7% da média histórica. O avanço ocorre principalmente no Oeste, Extremo Oeste e Litoral Sul, enquanto o excesso de umidade limita os trabalhos em outras regiões. As referências de venda estão próximas de R$ 60,00 por saca, diante de demanda ao redor de R$ 55,00.

No Paraná, a colheita da segunda safra atingiu 95% da área, enquanto o plantio da safra 2026/27 avançou para 43%. As lavouras implantadas apresentam 97% das áreas em boas condições, conforme o Deral. Já em Mato Grosso do Sul, a colheita alcançou 99%, mas o clima úmido impediu a conclusão dos trabalhos. A indústria de bioenergia segue como importante fonte de demanda, com preços entre R$ 54,00 e R$ 55,50 por saca.

 

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