Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Slow harvest and exchange rates alter the wheat outlook.

The market of wheat no Sul do país enfrenta dificuldades de qualidade na safra nova e maior concorrência do produto importado, em meio à queda do dólar. Segundo a TF Agroeconômica, o câmbio mais baixo amplia a atratividade do cereal estrangeiro e limita a valorização dos preços internos.

No Rio Grande do Sul, o trigo da safra velha chegou à paridade de importação, enquanto o argentino já chega a preços inferiores. As indicações são de R$ 1.550 por tonelada para o produto antigo e R$ 1.400 para lotes recém-colhidos com qualidade adequada, ambos no interior. A colheita avança lentamente e não deve ter superado 1,5% da área estadual. A umidade elevada prejudicou os trabalhos e há incerteza sobre a retomada. No balcão, a saca alcançou R$ 75 em Panambi e R$ 78 em Espumoso.

Em Santa Catarina, a oferta de trigo com qualidade segue restrita, enquanto os moinhos avaliam alternativas de importação. Um moinho local informou reajuste de 11,5% na tabela de farinhas, ainda considerado insuficiente. Para a safra 2026/27, a Epagri prevê redução de 35% na área plantada e de 2,5% na produtividade média, com produção estimada em 243 mil toneladas, queda de cerca de 37% em relação ao ciclo anterior. No mercado de balcão, os preços variam de R$ 72 por saca em Rio do Sul a R$ 80 em Xanxerê.

No Paraná, a escassez de trigo remanescente e os problemas de qualidade dos lotes novos devem elevar a necessidade de importações. Parte das áreas colhidas apresentou baixo peso hectolítrico ou índice de queda, e produtores buscam renegociar contratos. Para o trigo tipo 1, as indicações de compra entregues aos moinhos vão de R$ 1.550 por tonelada em setembro a R$ 1.450 em novembro. O trigo paraguaio é indicado a US$ 320 nos Campos Gerais, enquanto o argentino de 11,5% chega a US$ 325 em Paranaguá.

 

THE Bela Cereais works with the best grains on the market and also keeps you up to date with the latest news and analyses on agribusiness.
Don't forget to follow our social networks.

Access News Source