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The trade balance showed a surplus of US$5.11 billion in August.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 5,11 bilhões até a terceira semana de agosto de 2026, com exportações de US$ 24,14 bilhões e importações de US$ 19,03 bilhões. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na segunda-feira (24), o saldo positivo cresceu 19,7% ante agosto de 2025, enquanto as vendas externas avançaram 14,3%.

Segundo dados divulgados pelo MDIC, as exportações acumuladas até a terceira semana de agosto cresceram 14,3% em relação ao mesmo período de 2025 e alcançaram US$ 24,14 bilhões. As importações também avançaram, com alta de 13,0%, para US$ 19,03 bilhões. Com isso, a corrente de comércio aumentou 13,7%, chegando a US$ 43,18 bilhões.

No acumulado de janeiro até a terceira semana de agosto, as exportações somaram US$ 242,69 bilhões, alta de 10,7% em comparação com o mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 188,55 bilhões, crescimento de 6,2%. O resultado levou o superávit comercial acumulado a US$ 54,15 bilhões, avanço de 30,2%. A corrente de comércio no período alcançou US$ 431,24 bilhões, aumento de 8,7%.

Segundo dados divulgados pelo MDIC, a Agropecuária registrou crescimento de 9,8% nas exportações até a terceira semana de agosto, alcançando US$ 5,20 bilhões. A Indústria Extrativa apresentou alta de 34,2%, para US$ 6,87 bilhões, enquanto a Indústria de Transformação avançou 6,6%, atingindo US$ 11,87 bilhões.

 Entre os produtos da Agropecuária que mais contribuíram para o crescimento das exportações estão animais vivos, com alta de 141,9%, coffee não torrado, com avanço de 26,0%, e soy, com crescimento de 11,4%.

Na Indústria Extrativa, as vendas de minérios de Cobre e seus concentrados cresceram 309,1%. Outros minérios e concentrados dos metais de base avançaram 129,6%, enquanto os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus, aumentaram 46,9%. Na Indústria de Transformação, as exportações de carnes de aves e suas miudezas comestíveis cresceram 44,1%. As vendas de farelos de soja e outros alimentos para animais avançaram 38,9%, e as de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos aumentaram 49,9%.

Apesar do desempenho positivo das exportações brasileiras, alguns produtos registraram retração nas vendas externas. Segundo dados divulgados pelo MDIC, na Agropecuária, as exportações de corn não moído, exceto milho doce, caíram 23,0%. As vendas de mel natural recuaram 21,1%, enquanto as de sementes oleaginosas de sunflowersesame, canola, cotton e outras diminuíram 51,8%.

Na Indústria Extrativa, as exportações de minério de ferro e seus concentrados caíram 15,8%. As vendas de minérios de níquel e seus concentrados recuaram 100,0%, enquanto as de minérios de alumínio e seus concentrados diminuíram 60,0%. Na Indústria de Transformação, as exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada caíram 18,6%. Açúcares e melaços recuaram 45,4%.

Segundo dados divulgados pelo MDIC, as importações da Agropecuária cresceram 3,9% até a terceira semana de agosto, alcançando US$ 0,32 bilhão. Na Indústria Extrativa, houve queda de 29,7%, para US$ 0,88 bilhão. Já as importações da Indústria de Transformação cresceram 16,7%, chegando a US$ 17,72 bilhões.

Entre os produtos agropecuários, as compras de pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado aumentaram 54,4%. As importações de trigo e centeio não moídos cresceram 12,2%, enquanto as de produtos hortícolas frescos ou refrigerados avançaram 70,7%.

Na Indústria Extrativa, as compras de minério de ferro e seus concentrados registraram alta de 4.611.293,6%. Outros minerais em bruto avançaram 9,5%, e outros minérios e concentrados dos metais de base cresceram 15,7%.

Na Indústria de Transformação, as importações de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos cresceram 110,8%. Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários, avançaram 58,5%, enquanto válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos e transistores tiveram alta de 69,9%.

Mesmo com o crescimento geral das importações, alguns produtos tiveram queda nas compras brasileiras. Segundo dados divulgados pelo MDIC, as importações de soja recuaram 17,8%, enquanto as de frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas, diminuíram 30,7%. Na Indústria Extrativa, as compras de gás natural, liquefeito ou não, caíram 65,1%. As importações de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos recuaram 7,4%.

Entre os produtos da Indústria de Transformação, as compras de adubos ou fertilizantes químicos caíram 31,2%. Obras de Ferro ou aço e outros artigos de metais comuns recuaram 19,9%, enquanto motores e máquinas não elétricos e suas partes diminuíram 66,9%. Os dados mostram que, até a terceira semana de agosto, o comércio exterior brasileiro manteve trajetória de crescimento tanto nas exportações quanto nas importações, com avanço mais intenso das vendas externas e ampliação do superávit comercial.

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