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Corn market maintains firm prices in the South.

The market of corn no Sul e em Mato Grosso do Sul segue marcado por negociações pontuais, preços sustentados e ritmos distintos entre colheita e plantio da nova safra. Segundo a TF Agroeconômica, vendedores mantêm postura seletiva, enquanto compradores priorizam aquisições de reposição e a demanda interna e as exportações ajudam a absorver parte da oferta.

No Rio Grande do Sul, as indicações variam entre R$ 58,00 e R$ 65,00 por saca, e o preço médio estadual subiu 1,53% na semana, para R$ 60,23. A semeadura da safra 2026/27 avança de forma desigual por causa do excesso de umidade e das chuvas. Ijuí tem cerca de 20% da área plantada, Santa Rosa chega a 47% e Soledade, a 12%. Em algumas áreas emergidas, houve registro de cigarrinhas e percevejos.

Em Santa Catarina, as referências de venda estão próximas de R$ 60,00 por saca, enquanto a demanda gira em torno de R$ 55,00. O estado consome cerca de 8,5 milhões de toneladas por ano e produziu 2,67 milhões na safra 2025/26, mantendo déficit próximo de 6 milhões de toneladas e ampliando a busca por milho de outras origens, inclusive do Paraguai.

No Paraná, a segunda safra atingiu 83% de colheita, ante 73% na semana anterior. O preço médio ao produtor encerrou a última semana em R$ 56,79 por saca, alta de 7,8% sobre julho e de 11% frente a agosto de 2025. O plantio da primeira safra 2026/27 alcançou 6% da área.

Em Mato Grosso do Sul, a colheita chegou a 88% da área, contra 80% na semana anterior. As cotações variam de R$ 50,00 a R$ 55,00 por saca, com suporte das compras da indústria de bioenergia. Apesar dos avanços no campo, a comercialização continua moderada, com produtores aguardando melhores oportunidades e compradores atuando conforme a necessidade.

 

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