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Consulting firm reports rising soybean prices in several markets.

The market of soy apresentou novas altas em diferentes regiões do país nesta quinta-feira, 20 de agosto, embora o ritmo de negócios tenha permanecido cauteloso em parte das praças. Segundo levantamento da TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul completou o terceiro dia consecutivo de valorização, com negócios lentos e pontuais e diferenças relevantes entre referências de cooperativas, mercado comercial e porto.

No interior gaúcho, Ijuí chegou a R$ 144,00 por saca, Cruz Alta e Santa Rosa a R$ 147,00 e Passo Fundo a R$ 145,00, enquanto o porto de Rio Grande marcou R$ 153,00. A análise aponta que o produtor segue atento ao risco climático, às margens apertadas e à volatilidade, o que ajuda a explicar a baixa disposição para vendas mais agressivas.

Em Santa Catarina, Palma Sola avançou 1,51%, para R$ 134,50, enquanto Rio do Sul ficou em R$ 133,00 e São Francisco do Sul em R$ 153,00. No Paraná, a valorização foi mais disseminada. Cascavel alcançou R$ 144,00, Maringá R$ 146,00, Ponta Grossa R$ 148,23, Pato Branco R$ 145,19 e Paranaguá R$ 154,63. A resistência dos produtores em ampliar as vendas também aparece ligada às preocupações climáticas e à expectativa de preços melhores.

Em Mato Grosso do Sul, o mercado permaneceu majoritariamente estável, com Dourados e Maracaju em R$ 142,50 e Campo Grande, Chapadão do Sul e Sidrolândia em R$ 141,00. Já em Mato Grosso, as praças acompanhadas mantiveram avanço pelo terceiro dia seguido, com preços entre R$ 136,50 em Sorriso e R$ 141,50 em Rondonópolis. A diferença superior a R$ 15,00 por saca entre regiões reforça o peso da logística, do frete e da margem na formação das cotações.

 

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