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Soybean prices closed higher inland and stable at ports.

O mercado brasileiro de soy encerrou a sexta-feira, 21 de agosto, com predominância de altas em importantes praças do interior, enquanto alguns portos mantiveram estabilidade. Segundo a TF Agroeconômica, o movimento refletiu diferenças regionais de originação, logística e metodologia de preços, em um ambiente de comercialização seletiva por parte dos produtores.

No Rio Grande do Sul, Ijuí subiu 0,69%, para R$ 145,00 por saca, enquanto Cruz Alta e Santa Rosa ficaram em R$ 147,00, e Passo Fundo em R$ 145,00. No porto de Rio Grande, a referência permaneceu em R$ 153,00. Em Santa Catarina, São Francisco do Sul avançou 0,65%, para R$ 154,00, Palma Sola foi a R$ 134,50, alta de 1,51%, e Rio do Sul ficou estável em R$ 133,00.

No Paraná, a média estadual do Deral fechou em R$ 132,73, alta de 0,74%. O indicador Cepea/Esalq Paraná avançou 0,31%, para R$ 146,70, enquanto o disponível em Paranaguá ficou estável em R$ 154,00. Cascavel teve alta de 1,04%, para R$ 145,50.

Em Mato Grosso do Sul, os preços também avançaram. Dourados e Maracaju chegaram a R$ 144,00, com alta de 1,05%, Campo Grande e Chapadão do Sul atingiram R$ 143,00, ambos com ganho de 1,42%, e Sidrolândia ficou em R$ 142,50. A armazenagem segue como ponto de atenção no estado, com déficit apontado em São Gabriel do Oeste.

Em Mato Grosso, as oito praças acompanhadas pelo Imea fecharam em alta. Rondonópolis chegou a R$ 143,00, Campo Verde e Primavera do Leste a R$ 142,00, enquanto Sorriso ficou em R$ 138,00. A diferença entre regiões reforça o peso da logística na formação dos preços. Entre produtores, o debate segue concentrado em custos, margens, crédito, frete e planejamento da próxima safra.

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